segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

domingo, 23 de janeiro de 2011

O prémio!

A vida cristã é uma corrida que começa no dia em que você aceita Cristo e acaba quando se encontrar com Ele face a face. A fim de passar a meta como vencedor tem de eliminar:

1) Tudo o que o possa atrasar. Por outras palavras, tudo o que possa impedir o seu progresso espiritual. Isso pode até nem estar errado, mas transforma-se num peso quando o impede de viver para Deus em pleno.

2) Tudo o que o possa fazer tropeçar perto da meta. Constantemente, deve monitorizar o nível do seu compromisso com Cristo, o crescimento da sua fé, a sua vida em casa, os seus relacionamentos, a sua integridade, a sua ética no trabalho, os seus pensamentos e os seus hábitos. Decida-se e foque a sua mente no prémio. Os atletas gregos vencedores recebiam uma coroa de flores que eventualmente murcharia, mas nós receberemos".. .a incorruptível coroa de glória" (l Pedro 5:4).

Não vale a pena correr por este prémio?

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

É possível?

O segredo


“O segredo da vida humana, o segredo de que brotam todos os outros, é o desejo de mais vida, é o apetite do absoluto, a fome de Deus.”

(Miguel de Unamuno)

Meditar

“Nada façais por partidarismo ou vanglória, mas por humildade, considerando cada um os outros superiores a si mesmo” - Filipenses 2.3.


Irá lhe custar tudo

Quando as palavras são vento

Quando estão em tristeza, dor e desespero, as pessoas dizem coisas que não diriam em outras circunstâncias.
Elas pintam a realidade com tons mais escuros do que a pintarão amanhã, quando o sol despontar.
Tais pessoas cantam em notas menores e falam como se aquela fosse a única melodia.
Elas vêem apenas nuvens e falam como se não houvesse céu.

Tais pessoas dizem: “Onde está Deus?”
Ou: “Não há proveito em continuar vivendo”.
Ou: “Nada faz sentido”.
Ou: “Não há esperança para mim”.
Ou: “Se Deus fosse bom, isto não teria acontecido”.

O que faremos com estas palavras?

Jó disse que não precisamos reprovar tais palavras.
Elas são vento ou, literalmente, para o vento.
Tais palavras desaparecerão rapidamente.
Haverá uma mudança nas circunstâncias, e a pessoa desesperada acordará das trevas noturnas e se arrependerá das palavras precipitadas.

Portanto, não desperdicemos nosso tempo e energia reprovando tais palavras.
Elas desaparecerão por si mesmas, ao vento.
Uma pessoa não precisa podar folhas no outono; é um esforço inútil. Elas logo se espalharão aos quatros ventos.

Quão rapidamente nos dispomos a defender a Deus — ou, às vezes, a verdade — contra palavras que são ditas apenas ao vento.
Existem muitas palavras, premeditadas e ponderadas, que precisam de nossa reprovação, mas nem toda heresia desesperadora, dita irrefletidamente em horas de agonia, precisa ser respondida.
Se tivéssemos discernimento, poderíamos ver a diferença entre palavras profundas e palavras ditas ao vento.

Existem palavras que têm raízes em erros e males profundos.
Mas nem todas as palavras cinzentas obtêm sua cor de corações pretos.
Algumas são coloridas principalmente pela dor, pelo desespero.
O que você ouve não são as coisas mais profundas do coração.
Existe algo real em nosso íntimo, de onde procedem as palavras, mas é temporário — como uma infecção passageira — real, doloroso; mas não é a verdadeira pessoa.

Aprendamos a discernir se as palavras faladas contra nós, contra Deus e contra a verdade são apenas ditas ao vento — proferidas não da alma, mas do sofrimento.
Se são palavras ditas ao vento, esperemos em silêncio e não reprovemos. Restaurar a alma, e não reprovar o sofrimento, é o alvo de nosso amor.


Extraído do livro: Uma Vida Voltada para Deus, de John Piper.

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